quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Recado

Tudo bem pessoal, primeiramente não vou abondonar o blog, rsrs, é que estou cheio de trabalho demais essa semana, e estou sem tempo pra atualizar, é complicado pra mim, viajando, essa época é atribulada pra mim. Mas assim quando puder, voltarei a atualizar o blog normalmente, e peço desculpas a todos pela ausência. Abraços!!

7 comentários:

  1. Incrível, hoje fez 37ºC de máxima no Forno Mauá e 30ºC no Santos Dumont, em áreas diferentes do mesmo bairro!! E ainda tem gente que reclama quando duas estações em zonas diferentes de uma cidade grande tem diferença de 2ºC. Imagino se estivesse numa laje parecida em Bangu não raro faria 45ºC nesta estação.

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  2. Quando ocorre apenas 2°C de diferença em São Paulo, quer dizer que naquele dia a diferença foi muito pouca, semana passada chegou a ter 15°C de diferença.

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  3. Não é isso, a diferença na verdade foi exagerada, ocorreu apenas por causa da má localização do instrumento medidor já que as duas estações ficam no mesmo bairro, a condição do tempo era a mesma e a diferença real foi muito menor. As outras estações do Inmet em capitais, comparadas com a Praça Mauá, são uma maravilha. Claro que se for contar locais diferentes da cidade e horários diferentes a diferença é normal numa cidade que vai do nível do mar a 1000 metros, nem precisa ter muita variedade de relevo ou ser grande a cidade para dar muita diferença, em cidades pequenas de serra a diferença já pode alcançar 10ºC ou mais em madrugadas de céu limpo entre dois pontos.

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  4. Não foi isso que eu disse. Essa diferença de 15°C, ocorreu, em pontos diferentes, mas de mesma altitude e no mesmo horário, a única diferença é a urbanização desses locais, sendo que o mirante fica a 798 metros de altitude e essa outra estação fica a 780 metros de altitude. Essa diferença que você cita em cidades pequenas ocorre, mas devido ao acumulo de ar frio em baixadas e vales, em noites de céu claro e ar seco, e não devido a ilhas de calor, pois a urbanização dessas cidades, favorece diferenças menores, já em São Paulo, ocorrem diferenças absurdas, em locais similares, com diferença apenas quanto a urbanização. Um estudo feito pela USP, diz que em São Paulo, ruas diferntes, mas do mesmo bairro, podem ter diferença de temperatura média de 2°C, apenas por que uma é arborizada e a outra não.

    Aliás, na manhã de ontem(19), a estação do CIIAGRO em São Lourenço da Serra, registrou a temperatura minima de 7,3°C, em um local a 40 KMs do centro de São Paulo e altitude semelhante ao centro, existem lugares em São Paulo que estão mais longe do que isso, ou seja em plena a segunda quinzena de novembro, já final de primavera, a região mertopolitana ainda consegue quebrar o recorde do ano, registrado pelo mirante de santana.

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  5. Mais uma coisinha.

    O local em São Paulo, que está ao nível do mar(ou quase, já que está a 70 metros de altitude), fica no extremo sul do municipio, na divisa com São Vicente, um vale totalmente desabitado e que fica no parque estadual da serra do mar.

    A altitude em São Paulo varia de 70(no extremo sul) a 1150(no extremo norte), altitude média do municipio segundo a prefeitura é de 860 metros.

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  6. Eu, que hoje moro no Rio de Janeiro e morei em São Paulo, já percebi o seguinte: a ilha de calor de São Paulo, o aquecimento adicional gerado apenas pela presença da cidade, ou a diferença caso a mesma área ainda fosse rural, que aparece mais à noite, é incomparavável no Brasil, e trata-se de uma das maiores do mundo pelo núcleo urbano extendo e adensado. Mas quando falamos de variações microclimáticas causadas por fatores naturais dentro da área urbana, apesar da área menor, o Rio de Janeiro tem mais microclimas, não só por ter o mar banhando parte da cidade mas pelo relevo muito acidentado de 3 serras isoladas que se erguem do nível mar na cidade enquanto dentro da área urbana de São Paulo a altitude varia muito suavemente em relação ao Rio. Um caso que marcou foi num mesmo amanhecer de céu com poucas nuvens, em setembro, ter 16ºC no Campo dos Afonsos e 34ºC em Copacabana, bairros de mesma altitude, só porque o litoral estava com vento noroeste e Afonsos com calmaria, além disso a diferença pode ser parecida mas no sentido oposto, quer dizer: o bairro que neste amanhecer de inverno estava 18ºC mais quente que o outro estar 10/15ºC mais fresco no meio de uma tarde com sol forte, e o vento soprando do mar, claro. Agora, variação de de 15ºC no memso horário apenas por urbanaização durante o dia, só se o método de medição foi diferente entre os pontos em questão, para isso precisaria haver vento sul e nevoeiro no extremo sul da cidade perto da Serra do Mar e sol forte antes da virada do vento na zona norte, só assim pode chegar a tanto. Por urbanização em São Paulo, em casos extremos, a diferença na mínima chega ao redor de 10ºC, enquanto na máxima a urbanização normalmente tem menos influência e em casos particulares (muita verticalização, sombra na estação) pode até suavizar a máxima absoluta. Aqui no Rio não deve passar de 5 a 7ºC, em casos extremos, a diferença na mínima por urbanização.

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  7. Este será o verão da La Ninã, o que esperar? Chuva irregular na maior parte de São Paulo, e que podem ficar acima da média do centro para o norte do sudeste brasileiro, temperatura perto da média mas com picos de calor mais fracos, pode ser um verão monótono com menos fenômenos interessantes que o normal.

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